Passeios, brincadeiras e estímulos mentais cumprem funções diferentes na rotina canina
Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels
A porta se abre, a guia aparece e o cachorro já sabe o que acontecerá nos minutos seguintes. Para muitos cães, sair de casa diariamente faz parte da rotina, mas cumprir uma volta pelo quarteirão não significa necessariamente atender às necessidades de atividade do animal. A quantidade e o tipo de exercício dependem de idade, saúde, características físicas, comportamento e rotina, fazendo com que uma recomendação única de tempo não funcione para todos.
A discussão sobre quanto um cão precisa se movimentar ganhou espaço entre tutores porque o exercício interfere no controle do peso, na manutenção da mobilidade e na possibilidade de expressar comportamentos da espécie. Organizações de referência em saúde e comportamento canino recomendam que a atividade seja definida individualmente, com adaptações para filhotes, adultos e idosos.
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