
A 5ªedição do jornal BLEH! está no ar!
acessem a versão digital no blog: www.bladobleh.blogspot.com


Serão 375 cartazes de outdoor para a veiculação em março e abril
O caminho brasileiro no automobilismo
Jovens pilotos esbarram na falta de estrutura do país
Edmur Hashitani
Bruno Junqueira, Hoover Orsi, Vitor Meira, Juliano Moro, Danilo Dirani, Xandinho Negrão. Certamente você já ouviu falar na maioria destes nomes. O que talvez você não saiba é que todos estes brasileiros foram campeões da Fórmula 3 Sul-americana, atualmente única categoria de monopostos disputada em solo tupiniquim (uma ressalva: apesar de se chamar Sul-americana, a esmagadora maioria do grid é de pilotos brasileiros, bem como as provas são disputadas quase em sua totalidade por aqui).
Outra coincidência, não tão gloriosa, entre eles, é que nenhum teve uma oportunidade real na Fórmula 1. Junqueira e Meira foram parar na Indy; Orsi, Moro e Negrão estão na Stock Car; enquanto Dirani, acreditem, voltou ao kart.
Infelizmente, isso mostra a falta de preparo com que os pilotos brasileiros chegam na Europa para tentar a sorte no automobilismo. Não desmerecendo as categorias que eles disputam hoje, mas todos sabem que o sonho de 11 em cada 10 pilotos que começam no kart é chegar à Fórmula 1.
É bem verdade que os pilotos de ponta sequer chegavam a disputar a F-3 daqui. Mas tinham outras opções, como a F-Opel pela qual passou Barrichello, ou a F-Chevrolet, que formou Felipe Massa. O problema atual é que a categoria passou a ser a única opção para quem quer disputar um campeonato de monopostos no país.
A diferença é contrastante com pilotos de outros países. A grande maioria dos 17 nomes já confirmados para a temporada de F1 passaram por algum campeonato de F3 em sua carreira, seja o Euroseries, o Alemão, o Italiano, o Espanhol... Mas antes passaram por outras categorias preparatórias, como a Renault World Series e a F-BMW.
A transição entre o kart e o monoposto é que devia ser melhor trabalhada. Por mais talentoso que o piloto seja, o baque de tirá-lo do kart para colocar em um carro com a potência de um F3 prejudica sua evolução.
O resultado deste despreparo pode ser visto nas pistas mundo afora. Na GP2 Asia Series, por exemplo, quatro pilotos brasileiros já disputaram pelo menos uma rodada dupla, das três já disputadas até agora. E nenhum deles conseguiu marcar sequer um ponto.
Destes, Carlos Iaconelli ganhou uma chance e disputará a recém-criada Fórmula 2 este ano. Os pilotos brasileiros, que quase sempre foram vistos como talentosos e campeões em potencial, têm sido preteridos pela nova categoria. Com quatro vagas restando para completar o grid, Iaconelli é o único que garantiu espaço. É pouco, muito pouco.
Podemos sofrer, nos próximos anos, com uma entressafra de pilotos brasileiros na Fórmula 1, com alguns poucos chegando até ela, dependendo de algum talento isolado que tenha tido sorte (e dinheiro) para preparar sua carreira toda na Europa. Uma pena.
Rápidas
O piloto Hélio Castroneves continua enrolado com a justiça americana. Após ver Will Power ocupando seu lugar na Penske, surgiu a notícia de que seus advogados estariam estudando um acordo com os promotores. De acordo com o jornalista Frederico Vasconcelos, da Folha, Helinho teria uma multa de US$ 7,5 milhões de dólares, confisco dos bens adquiridos desde 2002 e ainda passaria cinco anos preso.
Informações do jornal alemão Motorsport Total dão conta de que uma nova equipe estaria para entrar na Fórmula 1 em 2010. Seria a USF1, um time totalmente ianque, com pilotos dos Estados Unidos e baseada em Charlotte. Seria uma ótima opção para tentar levar a categoria de volta à América do Norte e para aumentar o número de carros no grid.
Enquanto isso a situação da Honda segue indefinida. Boatos apontam que a equipe alinhará dois carros em Melbourne, sob o comando de Ross Brawn e Nick Fry. Os pilotos ainda não estão definidos, mas rumores indicam que o fornecimento de motores ficaria a cargo da Mercedes, que colocaria Bruno Senna em um dos carros, graças ao apoio de Ron Dennis.
Para notícias atualizadas durante a semana e as opiniões além da coluna, acesse http://bandeirada.wordpress.com/.


A casa noturna instalada em Pinheiros veiculará na página 3 do jornal
Um mix de casa noturna, bar, reserva ecológica e espaço gastronômico. É assim que a Chácara Santa Cecília, o primeiro cliente do jornal BLEH! (Baladas, Lazer, Entretenimento e Humor) se auto-define.
Na edição de lançamento, previsto para o dia 5 de março nas portas das universidades FAAP, Mackenzie, PUC, GV e ESPM, a Chácara Santa Cecília veiculará na página 3, um dos espaços mais nobres do jornal.
Para Sandra Santorsula, gerente de marketing e promoções da casa, o BLEH! está alinhado às expectativas da Chácara. “Ágil, dinâmico e focado, assim é o BLEH!. Alinhado com nossas expectativas e com o direcionamento estratégico da Chácara Santa Cecília”, completa.
O jornal BLEH! é totalmente produzido pela parceria das empresas Dália Comunicação e a Galeria Propaganda.
Ainda há cotas disponíveis para a edição de lançamento do jornal BLEH! Para saber mais sobre o BLEH! acessem o blog http://bladobleh.blogspot.com/ ou entre em contato pelo e-mail bladobleh@galeriapropaganda.com.br

New Civic 2009: sedã médio ficou ainda mais atraente
Por Sérgio Dias
Green Sport 150 tem design moderno e bom desempenho

Mercedes-Benz amplia oferta de modelos Sprinter para transporte de carga

IPVA já pode ser pago com desconto
Ontem teve início o vencimento para os veículos com placa final 1
Por Sérgio Dias
Desde ontem os proprietários de veículos licenciados no Estado de São Paulo devem pagar o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) deste ano. Os vencimentos são do dia 9 até o dia 22 deste mês e é válido para o pagamento à vista com desconto de 3% e para o pagamento da primeira parcela.
O vencimento toma por base o algarismo final das placas. Ontem venceu o prazo para as placas de final 1; na segunda-feira, para as de final 2, e assim sucessivamente, até o dia 22, para as de final 0.
É mais vantagem para o contribuinte quitar o imposto neste mês, com desconto de 3%, do que em fevereiro, sem o desconto. É que os 3% de abatimento equivalem a juros de 3,09% ao mês, taxa não obtida em aplicações financeiras.
Quem atrasar o pagamento terá de arcar com multa de 0,33% ao dia, limitada a 20%, e juro pela taxa Selic, sendo 1% no mês do vencimento e 1% no mês do pagamento.
Entre os dias 11 e 27 de fevereiro o imposto também poderá ser pago de uma só vez, mas sem o desconto de 3%. Também nesse período vence o prazo para o pagamento da segunda parcela. Entre os dias 11 e 24 de março poderá ser paga a terceira e última parcela.
A Secretária da Fazenda prevê arrecadação total de R$ 9 bilhões com o IPVA neste ano. Em 2008, até novembro, a receita somou R$ 7,45 bilhões. Metade da receita do IPVA fica com o Estado e metade com o município em que o veículo é licenciado.
Seguro obrigatório
Os donos de carros de passeio, motos, ônibus e caminhões são obrigados a pagar o imposto e o seguro obrigatório, também chamado de Dpvat. O seguro é pago anualmente e vale para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro.
O pagamento do seguro tem de ser feito com a cota única (neste mês ou em fevereiro) ou com a primeira parcela (neste mês). Quem deixar de pagar o seguro obrigatório não poderá licenciar o veículo.
Para os automóveis e caminhonetes (de passeio, de aluguel ou aprendizagem), o seguro subiu 10,6%, para R$ 93,87 -esse valor é composto de R$ 89,61 do seguro, R$ 3,90 pelo custo de emissão e de cobrança da apólice ou do bilhete do seguro e R$ 0,36 de IOF.
Para as motos, o seguro subiu 1,5% (R$ 259,04), e, para os caminhões e tratores, 4,2% (R$ 98,06). Para os ônibus e micro-ônibus (aluguel e aprendizagem), o seguro caiu 9,4% (R$ 344,95); para os ônibus e micro-ônibus (particulares), a queda é de 16,6% (R$ 215,37).
As indenizações pagas em decorrência de acidentes de trânsito permaneceram inalteradas: R$ 13,5 mil (morte), até R$ 13,5 mil (invalidez) e até R$ 2.700 (despesas médicas).
Licenciamento
Se desejar, o contribuinte pode antecipar o licenciamento do veículo (R$ 53,89 mais R$ 11 pela postagem, esta opcional) quando quitar o imposto. Isso pode ser feito neste mês (parcela única, com desconto), em fevereiro (parcela única, sem desconto) ou em março (última das três parcelas).
A taxa de licenciamento também poderá ser paga de abril a dezembro, conforme o algarismo final da placa. Nesse caso, em abril são licenciados os veículos com placa final 1, em maio, os de final 2, e assim sucessivamente, até dezembro, para os de placa final 0.
Pela legislação paulista, os veículos com mais de 20 anos de fabricação estão isentos do IPVA. Apesar disso, seus donos são obrigados a pagar o seguro obrigatório e a licenciá-los.
Honda CG 125 Fan de alma renovada
B 170 é a mais nova opção da família de monovolumes
Por Sérgio Dias
