Tecnologia auxilia análises, mas diagnóstico continua dependendo do médico-veterinário
A próxima consulta do seu cão ou gato pode reunir elementos conhecidos, como exame clínico, histórico, coleta de material e conversa com o médico-veterinário, mas também incluir um participante que não usa jaleco: um algoritmo. A inteligência artificial começa a ocupar espaço na medicina veterinária como ferramenta de apoio à análise de exames e identificação de padrões que podem contribuir para a investigação de doenças.
O avanço dessa tecnologia no setor acompanha um movimento já observado na medicina humana. Sistemas computacionais treinados para analisar grandes quantidades de informações podem comparar imagens, células, resultados laboratoriais e outros dados em busca de padrões. Na veterinária, essas aplicações começam a chegar a equipamentos utilizados em clínicas e laboratórios para atender cães, gatos e outras espécies.
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